quinta-feira, 29 de outubro de 2009

FESTIVAL NACIONAL 5 MINUTOS


O XIII Festival Nacional 5 Minutos já divulgou a lista com 50 participantes que se inscreveram para concorrer a R$ 30 mil. Entre os selecionados está o assessor de comunicação interativa e estudante de jornalismo da Faculdade 2 de Julho, Fábio Salmeron, com o curta “A Morte Me Passou a Perna”.


O curta estará em exibição de 16 a 21 de novembro em Salvador na Biblioteca Pública dos Barris, no Centro Cultural de Plataforma e em 11 cidades do interior do estado, sempre às 20h.


Melhores informações através do site:
http://www.festivalnacional5minutos.blogspot.com/

sábado, 26 de setembro de 2009

domingo, 21 de junho de 2009

Conceitos e comparação dos leitores: contemplativo e imersivo

Com a Revolução Industrial e o surgimento de máquinas que passou a facilitar a vida do homem, principalmente a máquina de impressão, onde textos foram se juntando e transformando-se em livros, surgiu um leitor com a necessidade de adquirir mais conhecimento e desenvolver o seu intelecto.

Um leitor que surgiu, com a necessidade de interagir com o próprio pensamento, com um mundo individual, que necessita do silêncio e de um espaço, onde ele possa realiar suas leituras, comparando-as com outras bibliografias já utilizadas, é o leitor contemplativo.

Leitor este, que se debruça num livro viajando num mundo, muitas vezes, desconhecido por quem está ao seu redor. O leitor contemplativo, surgiu no século XVI, quando a necessidade de leitura silenciosa, tornou-se indispensável para o desenvolvimento intelectual.

Além do leitor contemplativo já citado acima e o leitor movente que surgiu com o desenvolvimento econômico e a evolução tecnológica, onde as informações passaram a circular com agilidade e transformando-se em mercadorias, misturando-se com sons e imagens que complementam esta comunicação, numa sociedade cuja memória de muitos indivíduos, devido a este desenvolvimento social, passou a ser instantânea e a transferir tudo para objetos do arcabouço tecnológico, foi preparando um novo tipo de leitor.

Indivíduo que originou-se no fim do século XXI, com um novo modo de leitura, que surgiu com a invençãoda internet. Leitor que navega, por um universo onde tudo depende da sua própria iniciativa, para descobrir caminhos ainda pouco conhecidos, dentro de um espaço que simula a realidade, chamado de ciberespaço, é o leitor imersivo ou virtual.

O imersivo é o tipo de leitor que navega por nós e nexos, descobrindo através da tela do computador e do clique do mouse, uma linguagem hipermidiática, linguagem esta, que o próprio leitor constrói com outros indivíduos conectados a este mundo do imaginário humano, o ciberespaço. Este leitor, pode ler em qualquer hora e em qualquer lugar, os textos incrementados de sons e imagens, pois ele, possui ferramentas que, com o desenvolvimento da tecnologia e da sociedade, foisurgindo para facilitar a vida do homem e possibilitar novas descobertas.

Mas, este leitor, que ainda está sendo conceituado por estudiosos da área, não anula nem o contemplativo e nem o movente, pois estes, acabam se completando. Contudo, o leitor contemplativo é um leitor que realiza uma leitura individual, solitária e linear, enquanto o outro, o imersivo, interage com outros tipos de leitores, por entre nós e nexos, fazendo leituras não lineares, que permitem maiores possibilidades de adquirir conhecimentos múltiplos.

Obs.:Texto produzido para avaliação da disciplina Oficina de Jornalismo II, ministrada pela professora Cristina Mascarenhas.

sábado, 20 de junho de 2009

O São João do Pelô

Você que não sabe para onde ir neste final de semana e no São João, veja abaixo a programação do Pelourinho aqui em Salvador:

Programação do Terreiro de Jesus

20 de junho
A confirmar 22h30 à 00h30 – Daniela Mercury
01h às 03h – Banda Lua Cheia

21 de junho
20h às 22h – Quininho de Valente

22h à 00h30 – A confirmar

01h às 03h – Sarapatel com Pimenta

22 de junho
20h às 22h – Cacau com Leite

22h30 à 00h30 – Dominguinhos

01h às 03h – Carlos Pitta

23 de junho
20h às 22h – Val Macambira

22h30 à 00h30 – Falamansa
01 às 03h – Bando Virado no Mói de Coentro

24 de junho
20h às 22h – Zelito Miranda

22h30 à 00h30 – Daniel
01h às 03h – Acarajé com Camarão

26 de junho
20h às 22h – Forrozão
22h30 à 00h30 – Trio Nordestino
01h às 03h – Banda Imortal

27 de junho
20h às 22h – Gereba

22h30 à 00h30 – Alceu Valença
01h às 03h – Renato Fechine

28 de junho
20h às 22h – Kiko Salli

22h30 à 00h30 – Miguelão do Forró
01h às 03h – Tenison Del Rei

Programação Alternativa do Pelourinho
Local: Cruzeiro de São Francisco

20/06Banda CactusSomos CincoJoão Sereno
21/06Saulêra e Forró MariscoBalaio de GatoPimenta do Reino
22/06A confirmarChiado da ChinelaJota e Companhia
23/06Chapeu de CouroForró do AlemãoFlor de Canela
24/06Flor do CangaçoRaimundo SodréForró Oz Piratas
26/06Lui Muritiba Carla Cristina Xinelo de Moça
27/06Lingua de Sogra Celo CostaAloisio Menezes
28/06Maviael Melo Forró Cheiro de Milho Banda Velho Chico

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Refletindo sobre os conteúdos divulgados nos rádios

Desde a fase de implantação do rádio no Brasil, o sistema de radiodifusão é influenciado em seus conteúdos, pela política e pela economia. Neste contexto, a obra A informação no Rádio: os grupos de poder e a determinação dos conteúdos, parte constituinte, editorialmente reelaborada e atualizada, da dissertação de mestrado, defendida em junho de 1982 de Gisela Swetlana Ortriwano, que foi professora doutora da Universidade de São Paulo, mostra-nos cronologicamente, num panorama histórico, a evolução do rádio no Brasil, junto com o próprio desenvolvimento do país, onde por conseqüência da Revolução de 1930, quando as políticas de comércio e indústria precisavam expandir seus produtos no mercado interno; a influência de Getúlio Vargas na centralização do poder executivo e as renovações tecnológicas tiveram grande importância para o desenvolvimento do veículo.

A autora expõe que a priori, os objetivos da programação de conteúdo do rádio eram para ser de cunho educativo, ensino e alegria, mas como nasceu em um ambiente, onde só os que possuíam melhor poder aquisitivo poderiam ter acesso, o veículo transformou-se em empreendimentos de intelectuais, servindo como meio de diversão para a classe. Assim como, o conteúdo ficou ainda mais comprometido, com a permissão da publicidade autorizada pelo Decreto n° 21.111, que regulamentou o Decreto 20.047, primeiro diploma legal sobre a rádio difusão surgido no Brasil, transformando os veículos em empresas, que se organizavam em prol da concorrência existente entre elas. Gisela, já a partir dessa fase, nos faz perceber o quanto os grupos de poder, já vinham impondo seus conteúdos na programação das emissoras.

Com o surgimento da televisão, a autora nos mostra, que as emissoras de rádio passaram a tomar novos rumos. Começaram a se especializar e a investir em inovações tecnológicas, o que permitiu uma qualidade melhor a programação, mas não aos conteúdos, que a cada dia passou a prevalecer o entretenimento, embora ainda existisse um pouco de informação e cultura, coisa que nos tempos de hoje, ainda prevalece. Além disso, fornece dados da época, extraídos da obra de Mário Erbolato, A radiodifusão brasileira, permitindo a comparação entre os meios, mostrando que o Brasil ocupava um lugar privilegiado dentro do panorama da radiodifusão sonora mundial.

Apesar da obra estar desatualizada, os conteúdos expostos pela autora, nos remete a refletir, sobre os teores atuais dos programas de radiodifusão, que na sua maioria, divulgam informações políticas e objetivos dos grupos detentores do poder, ou seja, o rádio é utilizado como propagador de idéias, de determinado grupo social, que se aproveita da influência causada pela economia no rádio, onde as verbas vindas da publicidade as sustentam, para transformar a programação em meras mercadorias, extraídas e adaptadas por agências publicitárias, alienando o público e transformando-os em consumidores de produtos radiofônicos.

Mas Gisela mostra que, não só os interesses internos, como também os externos, como os dos americanos, franceses e ingleses, podem influenciar nos conteúdos da programação do veículo, através de agências de notícias e divulgação de ideologias na defesa dos próprios interesses. Como também expõe diversas leis, que foram surgindo, na tentativa de amenizar a dominação dos conteúdos dos programas informativos, nas mãos de anunciantes que acabam transformando o rádio em um negócio, ao invés de um veículo com função social.

Contudo, este livro de Gisela, é uma obra praticamente completa, em termos de dados estatísticos, cujo conteúdo possibilita um aprendizado rico, comparativo e descritivo, permitindo ao leitor, mais precisamente, um jornalista ou estudante de jornalismo, relacionar o passado com o presente e, verificar acertos e falhas nas transmissões dos diversos veículos radiofônicos existentes atualmente.

Fazer o leitor refletir sobre as informações ideológicas, transmitidas por esses meios de informação, aparentemente, foi a intenção da autora, mas através deste livro, mais o conteúdo existente na obra de Emílio Prado Estrutura da informação radiofônica, e de Nilson Lage A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística, o indivíduo poderá não só refletir, como também, adquirir técnicas e bagagens necessárias, mas não suficientes, para a prática de um jornalismo sério e comprometido com a sociedade.

Dessa forma, a obra de Gisela Ortriwano, não fica restrita somente aos estudantes de jornalismo, jornalistas e pesquisadores do assunto, ela serve a todos os indivíduos, comprometidos e participantes dessa nação, corrompida pela ganância dos que detém o poder, na tentativa de fazer todos pensar, sobre as notícias e informações transmitidas não só pelo rádio, mas pelos milhares meios de propagação de informação existentes, e que por conseqüência da tecnologia ainda passarão a existir. No entanto, como diz Clóvis Rossi,

Jornalismo, independente de qualquer definição acadêmica, é uma fascinante batalha pela conquista das mentes e corações de seus alvos: leitores, telespectadores ou ouvintes. Uma batalha geralmente sutil e que usa uma arma extremamente inofensiva: a palavra, [...].

Sendo assim, fica ao nosso critério, saber distinguir e selecionar o que os veículos chamam de notícia, divulgadas a todo o momento nos campos de batalha midiáticos.

Referência
ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A informação no Rádio: os grupos de poder e a determinação dos conteúdos. São Paulo: Summus, 1985.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

2° Simpósio sobre queimaduras do Hospital São Rafael

Nos dias 14 e 15 de agosto acontecerá o 2° Simpósio sobre queimaduras do Hospital São Rafael. As inscrições e informações sobre o evento, poderão ser confirmadas através do telefone: (71) 3358-2318 e 3354-4543 ou através do e-mail: dimagnavitaeventos@yahoo.com.br.


Taxa de inscrição poderá variar de acordo com a data.

Até 30/06/2009 será:

Médico R$ 80,00

Residente R$ 60,00

Enfermeiro R$ 60,00

Fisioterapeuta R$ 60,00

Graduando R$ 40,00


Após o dia 30/06/2009:

Médico R$ 100,00
Residente R$ 80,00
Enfermeiro R$ 80,00
Fisioterapeuta R$ 80,00
Graduando R$ 60,00

As vagas serão limitadas!

No final do evento, os participantes receberão o certificado para efeito de integração curricular (carga horária: 12h)

sexta-feira, 12 de junho de 2009

12 de junho dia dos namorados?

Você sabe por que o dia 12 de junho é comemorado o dia dos namorados? Sabe? Mas para quem não sabe, o Textualize-se irá explicar um pouco da história.

Sabe-se que durante o governo do Imperador Cláudio II, o bispo romano Valentim foi proibido de realizar casamentos. Esta proibição aconteceu, porque o Imperador acreditava que, se os jovens não constituissem família, estes se alistariam ao exército que ele queria formar, com maior facilidade. Mas Valentim, continuou celebrando o casamento escondido, e quando a prática foi descoberta, o bispo foi preso e condenado à morte. Só que mesmo preso, os jovens madavam flores e bilhetes para ele dizendo que continuavam acreditando no amor. Valentim foi decapitado no dia 14 de fevereiro de 270 d.C., na data de sua morte passaram a celebrar o dia de São Valentim. Um século depois, nos Estados Unidos, transformou-se em Valentine's Day.

Aqui no Brasil, o dia dos namorados é comemorado no dia 12 de junho desde 1949. Quando o publicitário João Dória ao viajar para o exterior, teve uma idéia de aumentar as vendas no comércio nessa época do ano. Como no dia 13 de junho já era comemorado o dia do santo casamenteiro, Santo Antônio, a véspera, 12 de junho ficou sendo comemorado o dia dos namorados.

E você, já pensou sobre o que está celebrando hoje? Ao invés de comemorar a troca de presentes, procure trocar mais carinho, amor e estar mais presente na vida de quem você ama. Pois, melhor do que ganhar objetos simbólicos, é saber que, quem você ama te faz feliz e demonstra com um simples gesto, seja um sorriso, um forte abraço, um beijo ou apenas com um olhar, que te ama e está ali, no momento em que você mais precisar.

A todos os românticos e leitores, um Feliz dia dos Namorados!!!

Referências

Rádio Educadora FM